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A revista Avisa lá é uma publicação trimestral editada pelo INSTITUTO AVISA LÁ. Sua meta é contribuir para a formação de professores de Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. É totalmente voltada para o desenvolvimento profissional permanente e dá voz aos principais atores da escola: crianças, educadores e seus formadores.

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Pensamento sincrético em conversas infantis

Escrito por Cristiane Abrahão em . Publicado em Aprendendo com a criança, Revista Avisa lá #38

Revista Avisa lá #38
Compreender as falas das crianças é tarefa fundamental dos profissionais da educação infantil
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Luciano, 5 anos (borboletas vermelhas) / Ingrid, 5 anos (borboleta azul)

Neste artigo, são apresentadas análises de conversas entre crianças de 4 a 6 anos1, todas elas apoiadas nas teorias do psicólogo e filósofo francês Henri Wallon (1879-1962) e do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934) sobre o pensamento sincrético e suas manifestações, já que é precisamente entre 3 e 7 anos que esse pensamento se evidencia em crianças. Esse tema foi escolhido pelo interesse que as falas dos pequenos podem despertar em quem os observa ou os acompanha. Antes, porém, uma rápida explicação.

Sincretismo é uma qualidade do pensamento infantil, que imprime à linguagem características únicas, bem próximas da estrutura poética. Por essa razão, parece legítimo refletir sobre como os adultos atuam diante dessas manifestações. Tive a oportunidade de observar diferentes rodas de conversas, de participar de algumas delas e de elaborar outras tantas durante os três anos de faculdade. Esses momentos foram possíveis por conta dos estágios de observação, pela possibilidade de acompanhar a elaboração dessas aulas pelas professoras dos cursos e, mais recentemente, pela minha atuação como professora de Educação Infantil.

Com isso, pude observar maneiras e procedimentos distintos de educadores ao conduzirem as conversas propostas à roda, estimuladas pelos mais variados acontecimentos cotidianos tão característicos dessa etapa da educação: o desenvolvimento de projetos, interesses compartilhados entre as crianças ou novidades, temperados pela individualidade de cada participante. Sentia certo incômodo ao ver desperdiçadas ou descartadas falas infantis interessantes apenas por parecerem fora de contexto ou por suscitarem dúvidas quanto à sua veracidade. E ao tomar conhecimento acerca das características do pensamento sincrético, minha inquietação aumentou.

Diálogos formativos

Escrito por Jane Padula, Maristela Salvador e Polyana Contarato em . Publicado em Formação nos Municípios, Revista Avisa lá #38

capa38
Ações formativas nos municípios do Programa Além das Letras são apoiadas a distância pelos consultores. Devolutivas, reuniões online, indicação de textos e vídeos alimentam o processo local a cada encontro de formação
Polyana Contarato

Polyana Contarato

Apoiar os planejamentos dos encontros de formação que se realizam nos municípios é uma das principais ações do programa Além das Letras1. O desafio é estabelecer ao mesmo tempo unidade de ação entre os diferentes municípios e possibilitar que as especificidades de cada grupo de profissionais sejam consideradas. Sem dúvida, o respeito ao pilar básico da metodologia que incentiva a reflexão sobre a prática pode auxiliar a possível contradição entre objetivos e metas do programa e a autonomia dos municípios. Mas abandonar uma prática tradicionalmente transmissiva para evitar o “democratismo” de só atender àquilo que cada professor manifesta como necessidade formativa é bastante difícil. Para uma ação formativa atrelada às questões de salas de aula que envolvam leitura e escrita, ponto central do programa Além das Letras, discussões sobre as estratégias de formação mais eficientes e sobre o papel do formador de coordenadores pedagógicos (CPs), e destes com os professores, são bastante relevantes.

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